quarta-feira, 21 de setembro de 2016

As Crônicas de Paulo Cesar Lemos: Como Destruir uma Nação

O italiano e fundador do partido comunista, Antônio Gramsci, desenhou as principais coordenadas para se destruir uma nação. Esta tática foi iniciada no Brasil em 2002 e prosseguiu por 14 anos. “Primeiro” – disse ele – “você destrói a economia, depois destrói o Estado e, em seguida, acaba com a oposição. Aí, toma conta da sociedade. E a melhor maneira de destruir a sociedade capitalista é depravar sua economia”. Mas, como chegar até este ponto? O caminho prático para se chegar ao paraíso comunista (petista) seria o de “sobrecarregar” o Estado burguês capitalista. A ideia diabólica seria levar todo mundo a depender, dentro do sistema, das benesses do Estado e passar a mamar nas tetas do governo, daí a criação de 39 ministérios e 84 novas estatais, com mais de 100 mil cargos comissionados, os famosos DAS que as universidades recém-criadas serviram de motivo para aconchegar milhares de militantes petistas desempregados.  “Com o aumento da lista de assistidos e a sobrecarga dos direitos sociais será inevitável a deflagração do caos na economia burguesa”.  No processo de destruição de uma nação deve se promover a abolição da família, estimulando divórcios e abortos, pois na concepção de Marx família é algo típico da burguesia. A cultura ocidental (greco-romana) deve ser satanizada juntamente com a moral judaico cristã, como ocorreu na China, onde os comunistas prendiam, torturavam, exilavam e matavam aqueles que não provassem sua completa aversão ao cristianismo. Aos iluminados "intelectuais" socialistas cabia a "nobre" tarefa de destruir a cultura ocidental, destruir a família e a Moral cristã, destruir o Direito, destruir a Filosofia Grega e tudo o mais que, segundo eles, pudessem impedir que as previsões de Marx não se realizassem. Para os marxistas um quadrado é o mesmo que um círculo e a mentira é sinônimo de verdade. O importante é atingir o objetivo. Para destruir uma nação a recomendação é gastar, gastar, gastar e gastar. O Brasil nos últimos anos concedeu aproximadamente R$ 33 bilhões para países como Cuba, Venezuela, Angola e Nicarágua, todos com regimes ditatoriais. Para financiar as obras, o BNDES utilizou-se do chamado “FAT Cambial”, parte do Fundo de Amparo ao Trabalhador, um fundo gerado por parte dos recursos do PIS/PASEP. O rombo na Petrobrás, Eletrobrás e nos principais fundos de pensão – Petros, Previ, Funcef, Postalis e outros, demonstra o efeito das recomendações de Gramsci, sobre a destruição de uma nação. Segundo O Estadão, a ex-presidente Dilma Rousseff tinha à sua disposição uma frota de 28 carros e 34 motoristas exclusivamente para lhe servir, além de um furgão específico para transportar sua bicicleta. A desinformação leva um contingente de brasileiros a proclamar estes falsos líderes como deuses e salvadores dos pobres e tratam os anti-petistas de “coxinhas”, justamente aquela parte da população que trabalha e gera impostos, o verdadeiro dínamo do Brasil que banca um poderoso grupo de preguiçosos que sempre agiram como “bezerros”, mamando nas tetas e agora estão desesperados com a perda das “mamatas”.  Neste sentido, o desgoverno dos últimos 14 anos promoveu também o caos na sociedade, estimulando o ódio entre as classes e dividindo o Brasil em brancos x negros, machistas x feministas, hetero x homo, pobres x ricos.

Um comentário:

  1. O interessante é que ainda vemos muitos "cegos" que ainda não entenderam o que se passou na gestão do PT, o enorme rombo aos cofres públicos devido à vários empréstimos concedidos a Cuba, Nicarágua e outros.Os presidentes destes Países fizeram um favor ao se levantar para não ouvir o Presidente Temer na ONU,deixaram claro que tanto Lula quanto Dilma favoreciam os seus Países.Pelo menos agora há uma esperança de melhora,ainda dá tempo.

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