segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Crônicas de Paulo Cesar Lemos: NÃO TOMEM QUARTÉIS, TOMEM ESCOLAS E UNIVERSIDADES, NÃO ATAQUEM BLINDADOS, ATAQUEM IDÉIAS.

O autor desta frase, Antônio Gramsci, era italiano e fundador do Partido Comunista daquele país. Gramsci ficou aterrorizado com os genocídios praticados por Mao Tsé Tung, na China e Stálin, na Rússia, onde milhões de pessoas foram assassinadas, torturadas, mutiladas para aceitarem de forma autoritária, o comunismo. Foi preso e durante os anos de cárcere escreveu as suas ideias em cadernos que foram divulgadas posteriormente nos famosos “Cadernos do Cárcere”. Fundamentalmente, Gramsci pregava que a sociedade tem que primeiro ser doutrinada para aceitar a ideologia comunista e, posteriormente, gradualmente seria implantado este regime ditatorial. Na revolução de 1964 no Brasil, os comunistas seguiram os métodos violentos de Stálin e Mao, assaltando bancos e residências, sequestrando pessoas e fazendo confrontos com o Estado. Carlos Lamarca, Marighela, Luís Carlos Prestes e personagens da atualidade; Gabeira, Genoíno, Dilma Rousseff entre outros, lutaram para implantar a ditadura comunista, jamais pensaram em democracia, como se divulgam nos dias atuais. Infelizmente a desinformação criada pela KGB, polícia da Rússia foi difundida pelo mundo todo, assim como o desconstrucionismo de Derrida que enfiaram a mente dos brasileiros em uma completa obscuridade. É uma lástima ouvir as opiniões de pessoas desinformadas em nosso dia a dia. Com a derrota sofrida pelos comunistas em 1964 foi colocada em prática a doutrinação ideológica proposta por Gramsci: “não tomem quartéis, tomem escolas e universidades”. Na década de 1970 as universidades foram preenchidas com professores a “La Gramsci”, embora muitos deles não saibam até hoje a essência do que estavam fazendo, nem quem era este italiano. Isto explica porque as crianças brasileiras nascem com bom nível de inteligência e o país compartilha os piores lugares nas pesquisas com relação aos seus universitários. O sistema de Gramsci propõe justamente o “emburrecimento” dos alunos. Todo este esquema educacional foi implantado no Brasil com as bênçãos do patrono da educação brasileira, o Sr. Paulo Freyre, cujas técnicas a ele atribuídas foram aplicadas no Brasil, no Chile, na Guiné-Bissau, em Porto Rico e outros lugares e não produziu nenhuma redução das taxas de analfabetismo. Produziram, no entanto, um florescimento espetacular de louvores em todos os partidos e movimentos comunistas do mundo. Vale lembrar que a “Pedagogia do Oprimido” – a magnum opus de Freire – é inspirada em escritos e na prática revolucionária de ditadores e genocidas como Fidel Castro e Mao Tse Tung. Quando aparece um grande escritor brasileiro, mas com ideias que não se alinham com o comunismo, eles são renegados. Fizeram isto com dois grandes nomes: João Camilo de Oliveira Torres e José Guilherme Merquior. O exemplo mais chocante da doutrinação nas escolas brasileiras foi a adoção do livro didático “Nova História Crítica”, de Mario Schmidt, distribuído aos alunos das escolas públicas até 2007, quando foi reprovado pelo MEC não por conta de seu conteúdo distorcido, mas por uma lei que obriga os autores de livros didáticos a ter curso superior completo. Como o autor de livros mais vendido no Brasil, em sentido literal e figurado, pode ser uma incógnita? Ninguém o conhece! Ele não dá aulas, não escreve. Isto é a essência de um governo populista como este que o Brasil sofreu nos últimos 14 anos: afaga os grandes empresários com ajuda financeira, gerando impostos e propinas para manter a elite do governo e distribui migalhas para os mais necessitados, mantendo-os na completa ignorância, mas sendo a massa que vai mugindo e mantendo os mesmos no poder.

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