segunda-feira, 11 de setembro de 2017

As Crônicas de Paulo Cezar Lemos: O coveiro da educação brasileira. Paulo Freire.

 Por: Paulo Cezar Lemos de Brito
O missionário americano Frank Laubach, falecido em 1970 criou um método de alfabetização para adultos que foi aplicado em 1915 nas Filipinas e difundido, posteriormente, com muito sucesso por toda a Ásia e grande parte da América Latina, durante quase todo o século XX. Nas Filipinas, à época, a população moura era analfabeta. O alfabeto inglês foi adaptado por Laubach ao dialeto mouro, que apenas era falado, não tendo uma língua escrita. Para isto o missionário utilizou uma antiga metodologia de ensino norte-americano, onde as palavras escritas eram reconhecidas por meio de retratos de objetos familiares do dia-a-dia da vida do aluno, para ensinar a leitura da nova língua escrita. A letra inicial do nome do objeto recebia uma ênfase especial, de modo que o aluno passava a reconhecê-la em outras situações, passando então a juntar as letras e a formar palavras. Por 30 anos Laubach trabalhou nas Filipinas e em todo o sul da Ásia. Um grupo de educadores comandado pelo mesmo criou grafias para 225 línguas, até então não escritas, com base na mesma metodologia. Com tanto sucesso, o trabalho seguiu para a China, Egito, Síria, Turquia, África e até mesmo União Soviética. No site Frank Laubach se encontram mais informações. Em 1943, Laubach foi convidado pelo governo brasileiro para aplicar seu método no Estado de Pernambuco. Na época, Paulo Freire era diretor do Sesi naquele estado, sendo encarregado dos programas de educação daquela entidade. Em sua autobiografia ele afirma que nunca soube da visita do missionário norte americano a Pernambuco. Como alguém ligado à educação poderia deixar de conhecer um educador que recebeu tratamento especial pelas autoridades, imprensa e rádio além de ter vindo implantar um novo método de alfabetização em seu Estado? Laubach distribuiu cartilhas para auxiliar o trabalho. Tais cartilhas apresentavam fundamento cristão, enfatizava a cidadania, paz social, ética pessoal, o cristianismo e a existência de Deus. Mas, logo começaram aparecer em Pernambuco outras cartilhas com o mesmo método Laubach, porém com teor filosófico totalmente degenerado. A ênfase nestas novas cartilhas era a luta de classes, propaganda da teoria marxista, ateísmo e conscientização das massas à sua “condição de oprimidas”, sendo a base para implantaç Quem era o autor das “novas cartilhas”, senão o enganador, plagiador Paulo Freire que corrompeu gerações de pedagogos e professores, causando o sepultamento da educação brasileira que ocupa os piores lugares nos testes de avaliações internacionais. O título das novas cartilhas era “da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos” — como se a mesma fosse da sua autoria. Para quem leu a obra de Paulo Freire, “Pedagogia do Oprimido” deve ter ficado assustado com algumas partes do livro. Se alguém interpretar as colocações abaixo retiradas da referida obra, gostaria de tomar conhecimento da interpretação, pois não entendi. 

«Na verdade, não há eu que se constitua sem um não-eu. Por sua vez, o não-eu constituinte do eu se constitui na constituição do eu constituído. Desta forma, o mundo constituinte da consciência se torna mundo da consciência, um percebido objetivo seu, ao qual se intenciona. Daí, a afirmação de Sartre, anteriormente citada: “consciência e mundo se dão ao mesmo tempo”.» «Esta é a razão pela qual o animal não animaliza seu contorno para animalizar-se, nem tampouco se desanimaliza.» Estas colocações estão lembrando outras nossas conhecidas: 

 "Nós não vamos colocar uma meta. Nós vamos deixar a meta aberta. Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta”. Realmente o coveiro da educação brasileira é uma fábrica de Dilmas.

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