terça-feira, 29 de agosto de 2017

As Crônicas de Paulo Cezar Lemos: A VENEZUELA SE TORNOU A VITRINE PARA MOSTRAR OS ENIGMAS NUNCA REVELADOS DE CUBA.

 Por: Paulo Cezar Lemos
Venezuelanos cruzam a pé a fronteira da Venezuela com Roraima em busca de alimentos (Foto:Internet)
A linda e paradisíaca Cuba é uma ilha com solos férteis, uma infinidade de belezas naturais, flora riquíssima e um mar singular, mar do caribe, com sua cor verde azulada que ornamenta as praias simbólicas e guarda um pescado muito variado. Com tanto peixe, porque não existem pescadores como no litoral brasileiro? As músicas de Dorival Caimmy e os romances de Jorge Amado sempre falam em pescadores que atiçam corajosamente suas velas ao mar. Isto nos remete ao poema interpretado por Fagner: “As velas do mucuripe vão sair hoje para pescar”...Imaginem só! Os cubanos com tanta musicalidade não enfatizam o mar em suas canções. Não existem pescadores em Cuba, pois é proibida a saída de barco para o mar do Caribe, numa forma de restrição como a “Cortina de Ferro” que a Rússia criou para isolar os países sob sua influência, no sentido de não conhecerem a liberdade das democracias ocidentais. Se os cubanos pudessem pescar, Fidel Castro ficaria sozinho com seus sequazes. A população cubana estaria toda desfrutando a beleza da liberdade em outros países. Em outras palavras, o comunismo voltou mais de 2000 anos no tempo e recriou a caverna de Platão. Aí aparece a pergunta intrigante: O que leva as pessoas a abandonarem a singularidade e beleza da liberdade das democracias ocidentais, e força a população a viver em um regime fechado, totalitário, sem ter acesso à internet, celular, TV a cabo; ter que assistir apenas na TV, o noticiário estatal e ler apenas em dois jornais que são estatais? Algumas pessoas me dizem que tiveram em Cuba e descreve o paraíso. O que posso afirmar é que esta pessoa ou foi levada para outro lugar e disseram para ele que estava em Cuba, ou é mais uma pessoa indicada para o divã de um psiquiatra. Você ver entrar em seu quarto de hotel uma pessoa para limpar o sanitário e rejeitar a gorjeta em dólar (ouro em Cuba), se identificando como professor e que está ali a fim de conseguir cotonetes e papel higiênico, para a esposa e filhas limpar as partes íntimas, desde quando eles usam os restos dos dois jornais estatais, sendo que um deles é crespo parecendo papelão. Isto é paraíso? No livro de Rossiter, “A mente esquerdista- as causas psicológicas da loucura política”, o autor consegue mostrar o trauma que estes líderes comunistas sofreram na infância e criaram uma série de frustrações, que, ao lado da incompetência, medo de decidir sozinho, entre outros traumas, induziram tais pessoas à inveja, ganância em relação àquelas pessoas produtivas e que tomam suas decisões sem precisar do aconchego estatal. Isto levou estes desajustados a fazer acordo com a parte mais alta da sociedade (empresários de grande porte, militares de alta patente e juízes de grande poder de fogo) e proteger com migalhas as minorias (gays, negros, adolescentes, migrantes, bandidos, traficantes, drogados e outros), deixando a parte intermediária da sociedade a pagar impostos e carregando nas costas as duas classes escolhidas anteriormente. Quando uma mídia qualquer, por acaso informa que Roraima está se enchendo de Venezuelanos, veja quem são eles! Quem está fugindo de lá? A classe intermediária formada por pequenos empresários, professores, comerciantes e outros. Este pessoal na Venezuela está mostrando o que os cubanos viveram por 50 anos. Professores matando cães e gatos e catando nos lixões para conseguir o que comer. Perderam suas propriedades para um grupo de psicopatas que resolveram em pleno século XXI criar uma nova escravidão. O mais deprimente é o apoio dado a Nicolás Maduro pelos partidos brasileiros; PT, PC do B, PCB e PDT por ocasião da última reunião do Foro de São Paulo, na Nicarágua. Que prazer nefasto destes políticos! Tiraram o sorriso dos cubanos há 50 anos. Estão destruindo a vida de milhões de Venezuelanos. Com certeza pretendem acabar com o brilho dos olhos que ainda existe nos brasileiros. Aos 19 anos de idade, iniciando na universidade me deparei com um ambiente diferente e cheguei até a participar de comícios do marxista Chico Pinto. Confesso que para mim aquilo foi uma gonorreia mental. Mas, foi uma gonorreia que deu mais trabalho de curar do que a doença biológica. Saí daquela com muita leitura, muita reflexão, livros os mais diversos. Não tínhamos as redes sociais e a internet de hoje. Um adolescente ainda pode se envolver pela sua imaturidade, mas uma pessoa com mais idade se manter nesta seita é falta de intelecto.

Um comentário:

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