quarta-feira, 12 de julho de 2017

As Crônicas de Paulo Cezar Lemos: ORIGEM DA FARSA PARANÓICA DO AQUECIMENTO GLOBAL.

 Por: Paulo Cezar de Lemos - Imagem: Internet

Obs.; Nesta imagem, o urso, excelente nadador e um dos melhores predadores do ártico se posiciona no topo dos icebergs, pois é o local onde focas e leões marinhos, suas presas, são mais encontrados. Este degelo é normal, pois é um ciclo de gelo se transformando em água e e vice versa.
Cruz das Almas com 16 Cº, realmente é uma situação inusitada. Isto me remeteu a escrever a origem da farsa conhecida como aquecimento global e seus mantras “efeito estufa”, “buraco na camada de ozônio”, “acúmulo de CO2”, “aumento no nível dos mares” entre outros. Segundo o professor de climatologia da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Augusto Felicio, o “efeito estufa” é uma física planetária impossível. Em uma estufa, o ar aquece não se misturando com o ar externo. Na atmosfera, não pode acontecer jamais o que se chama de estufa, pois o ar está sempre misturado, em movimento. A “camada de ozônio”, que segundo o professor vem sendo considerada como uma entidade religiosa e passou a ser uma seita no facebook surge e desaparece como nuvens ozônicas em quantidades espetacularmente grandes. A emissão de CO2 pelas chaminés é irrelevante para qualquer mudança de clima e, além disso, este gás não só é absorvido no ecossistema, como é vital para equacionar a vida na terra. No período Carbonífero, um dos estágios iniciais da vida na terra, os fósseis provam que as árvores eram gigantescas. Foi o apogeu dos dinossauros. Naquele período a taxa de CO2 era cerca de 10 vezes superior à atual que é 0,032%. O professor Emérito da Universidade de Princeton, William Happer, aos 77 anos, destaca que em termos geológicos estamos padecendo de uma fome de CO2. “No passado, os níveis dele na maior parte dos casos se mediam em milhares de partes por milhão (ppm), mas agora estamos num fracassado 400ppm. Baixos níveis de CO2 são assustadores. Eles nos aproximam da fome.” O verde das plantas necessitam deste gás. A produtividade das lavouras aumentaria se o teor de CO2 fosse mais alto. O que é positivamente benéfico está sendo tratado como poluente, diz o professor. Portanto, aparece a pergunta: quem inventou tudo isto? A explicação foi dada pela escritora e historiadora Natalie Grant Wraga que faleceu em 2002 aos 101 anos de idade. Nascida na Rússia czarista ela testemunhou a origem da farsa do aquecimento global. Segundo ela, uma das grandes dissimulações soviéticas/russas, era a ideia de que os humanos estavam mudando o clima e que a terra poderia ser salva através do socialismo. Acrescenta a escritora: “… a proteção do meio ambiente tornou-se a principal ferramenta para o ataque contra o Ocidente”. Tudo começou em 1990, numa reunião do Fórum Global em Moscou, com o então presidente soviético, Gorbachev. “A proteção do meio ambiente pode ser usada como pretexto para adotar uma série de medidas destinadas a prejudicar a base industrial das nações desenvolvidas. Também pode servir para introduzir mal-estar nas pessoas, que aceitarão reduzir seu padrão de vida, implantando valores comunistas”. Natalie acrescentou que a campanha seria realizada, através de “imagens pesadelo” de inundações, catástrofes com o aumento do nível dos mares, derretimento do gelo no ártico, morte e agonia de animais marinhos, entre outras. Teriam que ser tomadas ações drásticas no nível internacional para reduzir a atividade industrial no ocidente capitalista. Os EUA símbolo do capitalismo, da liberdade e produtividade teriam que reduzir seu ritmo de crescimento. O objetivo era demonizar o capitalismo, especialmente os EUA e colocar o comunismo como a saída para a salvação do planeta. Wraga disse que a campanha seria conduzida por simpatizantes ou idiotas úteis de Moscou na “ciência”, na “academia”, e na mídia servilmente obediente ao Establishment, “todos com o propósito de forçar os Estados Unidos e outros países ocidentais” a aceitar medidas e regulamentos nocivos para o mundo ocidental.” Em suma, para que o comunismo tivesse sucesso, o capitalismo deveria ser retratado como baseado na exploração, mas não do homem, como era a antiga teoria marxista. Em vez disso, o capitalismo agora estava explorando a Terra! O objetivo deste dogma foi inibir o capitalismo global, o único sistema que se mostrou capaz de atender às crescentes necessidades da expansão das populações. Mas, desta vez a afirmação era de que o progresso econômico humano ameaçava o meio ambiente devido ao modelo capitalista em que se baseava. O acordo de mudança climática do presidente comunista Obama, em Paris foi projetado para reduzir a expansão industrial dos EUA ao mesmo tempo em que este enviava ajuda externa para o resto do mundo. Era um plano marxista que beneficiava a Rússia comunista, um importante produtor de petróleo e gás e a China também comunista, com suas indústrias a todo vapor à base de carvão. A própria Alemanha tem 32 termelétricas, gerando energia com o altamente poluente carvão, assim como quase toda Europa socialista, justamente aqueles que alardeiam o aquecimento global. A “bandalha” anarco-comunista liderada pela ONU e União Européia e centenas de ONGs, sob a batina do papa Francisco propalam a hipocrisia do aquecimento globalista. No fundo eles pretendem sangrar o capitalismo enforcando a indústria americana e promover o socialismo à base da preguiça sustentada por um Estado gigante. Esqueceram-se de avisar a Donald Trump, que no dia 1º de junho colocou o dedo na ferida, anunciando a retirada do acordo de mudanças climática, mantido basicamente pelos EUA, que com seus dólares sustentava o Fundo Verde para o Clima, enviando uma verdadeira fortuna para ONGs e nações de todo o mundo, onde as cores vermelhas do comunismo pretendem florescer como é o caso da esquerda brasileira capitaneada pelos petistas. A desinformação da população alimentada por mais de 90 % da grande mídia falada e escrita, com base anarco-comunista, incluindo aí a CNN (dos Clinton) sustenta jornalistas que seguem a ideologia de seus patrões, incluindo as principais redes de TV no Brasil, o que faz com que as pessoas vomitem asneiras em suas discussões. Devemos refletir e buscar a informação certa e não repetir o que a massa preguiçosa de leitura ouve e fala, sem conhecimento do mínimo necessário para não se tornar mais um idiota útil.

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