terça-feira, 26 de janeiro de 2016

As Crônicas de Paulo Cezar Lemos, : PUTZ! Putin acusa Lênin de ter “explodido” a Rússia.

O presidente russo, Vladimir Putin, acusou, na última quinta-feira (21/01/16), o ex-líder soviético Lênin, falecido em 1924 e ainda venerado por muitos de seus compatriotas, de ter "explodido" a Rússia. "As ideias devem se concentrar em bons resultados, e este não é o caso de Lênin”, declarou Putin durante uma reunião do conselho presidencial sobre ciências da educação. “Foi depositada uma bomba sob um edifício chamado Rússia, que depois explodiu", afirmou Putin, que, com frequência, mostra-se nostálgico à época soviética. Praticamente já é um consenso entre os soviéticos enterrar como um cidadão comum, o corpo de Lênin, que ainda se encontra embalsamado em um mausoléu erguido na Praça Vermelha, em Moscou. Só para lembrar, Lênin colocou em prática as idéias de Karl Marx de 1848, inaugurando o nauseabundo comunismo. Referindo-se à pessoa do comunista, Fernando Pessoa afirmou: “se tudo o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, pode ser aplicada a cada pessoa que se afunda nesta ideologia”. Criaturas possessas e cheias de um ódio brutal e cego. Na verdade estas pessoas são regidas por uma palavra chamada incompetência, sendo dotadas de uma brutal inveja sobre o que os outros adquiriram com trabalho e isso os move no sentido de uma cobiça insana e absurda. Não podendo adquirir os bens que almejam por meio da competência administrativa, nem do trabalho árduo que forma a riqueza – trabalho que odeiam com todas as fúrias, mas que é o dia a dia dos empresários – toma então o poder e acabam por controlar, usufruir e se locupletar dos bens de toda a população, de toda a riqueza de uma nação. Tomam posse dos impostos, mas não em benefício do povo pobre – que cabresteiam e usam como gado – e sim do grupo da mesma laia que a tudo controla, à semelhança do momento atual do bolivarianismo/comunismo no Brasil. Isto explica a paixão de intelectuais fracassados que não conseguem vender seus livros com escritos e poemas, artistas que não despertam no público o interesse por seus quadros, cineastas que veem seus filmes sequer serem lembrados, considerando também, que a partir da década de 70, as universidades foram contaminadas por professores desta estirpe, carregados de ideologia socialista, ministrando aulas medíocres além de trabalhos utópicos, sem importância, servindo apenas para nutrir seus egos vorazes. Como produtos foram formados (enganados) muitos alunos com as mesmas ideologias. O intelectual genuíno tem a soberba do falso racionalista. Acredita ser mais culto e que sabe muito mais do que o resto de seus concidadãos. São pessoas que cultivam muito o ressentimento e a inveja por se encontrar em uma situação de mercado muito incômoda, ao perceber que ele é nulo, gerando nada no processo produtivo da economia. Para contrabalançar esta situação, a saída é buscar nos regimes socialistas o aconchego para suas visões utópicas e sem determinação. O regime soviético caiu de podre, mas os crentes na ideologia prosperaram em todos os países. O Brasil é a prova mais sólida dessa excrescência histórica que se mantém firme, apesar de ter sido desmascarada por ser economicamente inviável e atentar contra as liberdades democráticas. Karl Marx, que muitos defendem embora sem terem lido seus livros era estreitamente ligado ao satanismo. É costume, desde algum tempo, as pessoas repetirem o que os outros dizem, ou então pegarem fragmentos de textos para embasar suas discussões. Presenciei por várias vezes a afirmação de que Marx era ateu. Pelo contrário. Marx acreditava em Deus, mas sentia ódio e inveja do mesmo, como se constata nesta sua frase intrigante: “Quero me vingar daquele que reina lá em cima”. O uso do vermelho que representa o sangue, a foice que representa a morte e a estrela que é o pentagrama do satanismo foram legados de Marx e que são idolatrados por muitos de seus tolos adeptos. Marx amava o dinheiro, perdeu muito nas bolsas de valores e, “quebrado” financeiramente, estava de relações cortadas com a mãe, mas, escreveu para Engels quando a mesma faleceu em Dezembro de 1863: "Duas horas atrás chegou um telegrama dizendo que minha mãe está morta. O destino precisava levar um membro da família. Eu já estava com um pé no túmulo. Neste caso, sou mais necessário do que a velha senhora. Tenho que ir a Trier por causa da herança. Isto era tudo o que ele tinha a dizer sobre o falecimento de sua mãe.

*É proibida a reprodução total ou parcial deste texto, por qualquer meio, sem prévia autorização
do autor  Prof. Paulo Cezar ou do site www.cruzdasalmasnews.com.br.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O site Cruz das Almas News coloca este espaço à disposição de todos que queiram opinar ou discutir sobre os assuntos que tratam nossas matérias. Partilhe suas opiniões de forma responsável e educada e respeite a opinião dos demais.

Contamos com a educação e bom senso dos nossos internautas para que este espaço continue sendo um ambiente agradável e democrático.

Obrigado