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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Caldeira explode em fábrica e deixa mortos e feridos no Sertão da Paraíba

Uma caldeira de uma fábrica de alimentos explodiu na manhã desta segunda-feira (06/07) em Sousa, no Sertão paraibano, e deixou duas pessoas mortas e 13 feridas, de acordo com informações do Hospital Regional de Sousa. Até as 10h30 ainda não havia informação do que provocou o fogo, mas as chamas foram contidas rapidamente.
Os feridos foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiros e levados para Hospital Regional de Sousa.
De acordo com relatório divulgado pelo hospital às 12h45, três feridos estão em estado grave e, por causa da gravidade dos ferimentos, serão transferidos para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Outros quatro pacientes estão em quadro regular, segundo o relatório, e os demais feridos ainda não tinham sido identificados.
Ainda segundo a unidade hospitalar, mais de 50 profissionais trabalharam no socorro às vítimas.  “O Hospital Regional de Sousa acionou toda a equipe médica da região para prestar os primeiros atendimentos, além da Rede de Urgência e Emergência do Estado da Paraíba, para dar suporte”, explicou a diretora da unidade, Apoliana Ferreira.
O hospital informou ainda que recebe os parentes das vítimas para fazerem a identificação.
Vazamento de óleo
Durante a manhã, o Corpo de Bombeiros fez o resfriamento do local para evitar que ocorra um incêndio. Segundo o tenente do Corpo de Bombeiros Arthur Maia, próximo à caldeira há cerca de 10 tonéis com óleo vegetal e dois deles começaram a ter vazamento com o impacto da explosão, mas não há risco de combustão. (G1/Fotos:WhatsApp)





Segurança do cantor Leonardo é morto a tiros ao reagir a assalto em Goiânia

Um homem foi morto a tiros, neste domingo, durante uma tentativa de assalto em Vila União, em Goiânia. De acordo com a polícia, Marco Antônio Rezende, de 41 anos, reagiu quando dois homens e uma mulher tentaram roubar seu cordão e foi atingido por oito tiros disparados pelos assaltantes. Marco trabalhava como motorista e segurança do cantor Leonardo e estava de folga. Ele costumava acompanhar o artista em eventos sociais na capital goiana e também atuava na equipe de seguranças da dupla do filho do cantor, Pedro, e o sobrinho dele, Thiago. O corpo do segurança deve ser sepultado nesta segunda-feira, na capital goiana. O local e o horário do sepultamento ainda não foram divulgados. Ainda segundo a polícia, Marco chegou a ser atendido por uma ambulância do Samu, mas morreu antes de chegar ao hospital. Ele foi baleado no tórax, no abdômen e nas pernas. A arma do segurança, uma pistola calibre 38, foi roubada pelos bandidos, que fugiram antes da chegada dos policiais. Eles também levaram a carteira e outros pertences da vítima. O caso é investigado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios de Goiânia (DEIH). Até o momento, não há nenhuma informação sobre os suspeitos. A polícia deve ouvir testemunhas que estavam no local, onde era realizada uma tradicional feira da região. Na internet, parentes e amigos de Marco Antônio publicaram mensagens em homenagem ao segurança. “Nunca pensei que ontem seria a ultima vez que eu falaria com você, um irmão, um amigo, um companheiro uma pessoa amada e querida aonde ia, um homem que amava viver, que amava a todos”, escreveu uma amiga da vítima. Fã-clubes do cantor Leonardo também prestaram mensagens lamentando a morte do segurança. Também pelas redes sociais, os cantores Pedro e Thiago lamentaram a morte do segurança, que trabalhou com os dois. "Vai fazer muita falta, Marquim Baruí! Difícil acreditar", publicou Thiago. "Morreu assassinado ontem meu grande amigo Marquim. Trabalhou muito tempo com meu primo Thiago. A violência está terrível em qualquer lugar do Brasil. Descanse em paz, meu amigo! Que Deus conforte o coração de sua família", lamentou também Pedro".(Extra Online)

Falsa médica é presa em Governador Mangabeira

Uma mulher que atuava como médica na cidade de Governador Mangabeira foi presa nesse domingo (5) por agentes da 4ª Coordenadoria Regional de Interior de Santo Antônio de Jesus, para onde foi conduzida.
Segundo o Sindicato dos Médicos da Bahia, ela utilizava o registro da verdadeira médica Alane Silva Correia. A falsa profissional já havia atuado em Cansançao e estava trabalhando em Governador Mangabeira quando foi detida. Francisco Magalhães, presidente do sindicato, diz que o caso já foi levado ao Ministério Público e ao Conselho Regional de Medicina na Bahia, o Cremeb. 
A verdadeira médica reside em Barra da Estiva e deverá registrar a queixa para que a falsa permaneça presa. (Bocão News)

Se toda denúncia tivermos que afastar não teremos PMs nas ruas, diz corregedor sobre caso de jornalista do Bocão News agredido em Salvador

Após o jornalista Marivaldo Filho, editor de Política do site Bocão News, relatar os momentos de espancamento que sofreu nas mãos de quatro policiais militares da 17ª CIPM, na noite de sábado (4), no Bonfim, o corregedor-chefe da Polícia Militar, coronel Souza Neto, falou sobre o ocorrido. Segundo ele, a Corregedoria prontamente tomou todas as providências para investigar o caso. "Já estive com o comandante da 17ª CIPM para que uma sindicância seja instaurada e, após a investigação, constatarmos se houve ou não indícios de uma atitude com desvio de conduta", afirmou Souza Neto em entrevista concedida ao apresentador José Eduardo, na Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (6).
Questionado sobre a identificação dos policiais envolvidos na denúncia, o coronel ressaltou que os nomes estão sendo levantados e serão enviados à Corregedoria. "Caso seja constatado o crime os policiais ficarão afastados por 60 dias após a instauração de um processo disciplinar", afirmou, atestando que há muitas denúncias contra policiais. "Se toda denúncia tivermos que afastar não teremos PMs nas ruas", disse.
Conforme o coronel, um relatório será enviado à Corregedoria sobre ocaso e "vamos apurar tudo com transperência e imparcialidade. Hoje ainda iremos colher o depoimento da suposta vítima".
Rui Costa sobre o caso
O governador Rui Costa se manifestou na tarde deste domingo (5), sobre a agressão sofrida pelo editor de política do Bocão News, Marivaldo Filho. “O fato divulgado na manhã deste domingo pelo site de notícias Bocão News tem de ser devidamente apurado. A Polícia Militar deve agir dentro dos parâmetros da legalidade. O meu governo atuará sempre para assegurar que a democracia seja vivida de forma plena, garantindo a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão, o direito de o jornalista exercer sua profissão mediante qualquer situação”, publicou o governador em seu perfil no Facebook.
E continua: “não permitiremos em nosso estado intimidações, constrangimento e nenhum tipo de violência contra o profissional ou contra o cidadão que denuncie ato ilícito”, diz. (Bocão News)

Jornalista do Bocão News é agredido por policiais

O jornalista Marivaldo Filho, editor de política do site Bocão News, foi agredido por policiais militares na noite de sábado (4), no bairro do Bonfim, em Salvador. De acordo com o jornalista, ele estava em uma confraternização, quando duas pessoas se desentenderam. "Tinha uma viatura perto na hora. Durante a abordagem, os policiais tiveram uma postura a favor de um dos envolvidos na briga, que era policial, e deram início a uma sessão de espancamento contra o outro. Os policiais chegaram até a ralar o rosto do rapaz no chão. Por conta da atitude, decidi registrar a ação”, contou. 
 
Segundo o profissional de imprensa, um dos policiais que percebeu que ele fazia o registro da ação, imediatamente o abordou e de forma violenta. "Ele pediu para apagar a foto. Eu disse que não iria apagar. Tentei argumentar que não tinha porque apagar. Isso gerou uma fúria maior no policial, que me deu voz de prisão”, afirmou.
 
Marivaldo foi algemado e levado para uma viatura da polícia. Antes, foi vítima de uma série de agressões. “Ele começou a dar vários socos em minha cabeça. Depois pediu meu celular e pediu para destravar para que ele pudesse apagar as fotos. Eu tinha recebido tanto soco que não tinha mais condições nem de digitar a senha do meu celular. Quanto mais errava a senha, mais socos recebia. Ele pegou alguma coisa no chão, que eu acredito que tenha sido uma pedra, e me agrediu. Sangrou muito. Acho que o PM só parou de me bater quando viu que eu estava sangrando muito", relatou.
 
Marivaldo garante que tomará todas as medidas cabíveis. “Independente dos riscos, de tudo que isso implica, eu vou denunciá-los na corregedoria da Polícia Militar e vou procurar o Sindicato dos Jornalistas também”, pontuou. 
 
Em nota enviada ao Bocão News, na noite deste domingo (5), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba) prometeu acompanhar a agressão sofrida pelo jornalista. (Bocão News) 
 
Leia a nota na íntegra:
 
Nota de revolta e protesto
 
A diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) vem a público manifestar sua profunda indignação contra a brutal e covarde agressão sofrida pelo jornalista  Marivaldo Filho, editor de política do site Bocão News, ocorrida na madrugada do último sábado (05.07), na Cidade Baixa, praticada por homens que envergavam a farda da Polícia Militar da Bahia, mas que mostraram a ferocidade própria de jagunços ao espancar violentamente o colega e agredí-lo com uma pedrada, que resultou num corte profundo na cabeça.
 
Estes homens, que adotaram posturas próprias de malfeitores, receberam da autoridade estadual a função de proteger a sociedade baiana, o que torna mais grave a violência empregada contra um cidadão e jornalista, que, por dever de ofício, registrava uma agressão anterior contra um jovem envolvido em um desentendimento.
 
Vários outros casos de intimidação com filmagem dos jornalistas por policiais militares fardados, ameaças veladas ou reais através de diálogo pessoal , telefonemas, emails e uso de redes sociais se tornaram uma prática corriqueira nos momentos em que a atividade profissional do jornalista choca-se contra interesses escusos daqueles que agem sob o manto de uma corporação, mas que desonram sua farda e até os conceitos mais básicos de civilidade.Reuniões, apelos, notas e ofícios encaminhados pelo Sinjorba à Secretaria de Segurança Pública da Bahia e ao Comando da Polícia Militar da Bahia não resultaram em medidas práticas e visíveis contra a ação dessa minoria que envilece a PM da Bahia. 
 
O Sinjorba vai acompanhar o colega Marivaldo sempre que for solicitado e monitorar este caso até as últimas consequências, para que não sejamos obrigados a, em breve, divulgar nota de pesar por motivos mais graves. A presente nota está sendo encaminhada para a Associação Bahiana de Imprensa, Ordem dos  Advogados do Brasil - Seção Bahia, Federação Nacional dos Jornalistas, Federação Interamericana de Imprensa, Organização Internacional do Trabalho, Anistia Internacional, ONU e órgãos de imprensa.     
 
Salvador, 05.07.2015
 
Marjorie da Silva Moura
Presidente do Sinjorba
 

Salvador: Mulher morta após sair de penitenciária já foi presa por tráfico em operação na Barra

Uma mulher foi assassinada com vários tiros, ontem, dentro de um carro, na Avenida Cardeal Avelar Brandão Vilela, bairro de Mata Escura, em frente à Penitenciária Lemos Brito. Segundo a Polícia, Vanda dos Santos Vasconcelos, 41 anos, foi visitar o filho, Yan dos Santos Vasconcelos, o Bindola, 22, neste domingo pela manhã. Ele encontra-se preso por homicídio e tráfico de drogas. De acordo com uma testemunha do crime, que preferiu não se identificar, a vítima saiu do complexo penitenciário na parte traseira de um carro, modelo Volkswagen Gol, placa JRD-4980, por volta de meio dia. Foi quando dois motoqueiros armados chegaram, se posicionaram um em cada lado do veículo, e começaram a atirar na direção da vítima. Foram mais de 20 disparos, todos de arma 9 milímetros, de acordo com a perícia técnica. A maior parte dos tiros atingiu o fundo do automóvel, sendo que 15 acertaram Vanda, ainda conforme os peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O motorista do carro e outra mulher, que estava na carona do automóvel, saíram ilesos, mas não esperaram a polícia chegar ao local. Eles não ainda não forma identificados. Quando a perícia liberou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML), um parente da mulher retirou um colar do pescoço dela e beijou seu rosto. Outras duas mulheres, que também seriam familiares de Vanda, se emocionaram ao ver o corpo, mas ninguém quis falar com a reportagem.O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Acusada por tráfico foi presa em operação na Barra em 2012 - Presa durante a Operação Chame Chame, da Polícia Civil, em junho de 2012, a traficante Vanda dos Santos Vasconcelos, 41 anos, morta ontem com 15 tiros na entrada da Penitenciária Lemos Brito, após visitar o filho Yan, 22, estava jurada de morte desde 2012, segundo o próprio companheiro dela confidenciou ao CORREIO, em janeiro daquele ano. Na época, a comunidade de Roça da Sabina, que fica entre o Morro do Ypiranga e a Avenida Centenário, no bairro da Barra, vivia uma guerra entre traficantes da mesma facção. E o pivô da briga era, justamente, Yan, ou Bindola, que tentava tomar o comando da boca de fumo do ex-comparsa, Alessandro Martins dos Santos, conhecido como Sandro. Em janeiro de 2012, a mulher disse ao CORREIO que Sandro, ex-Rei de Copas do Baralho do Crime, e preso na mesma operação policial, tinha a intenção de matar seu filho, além dela e outros parentes. “Eles estão de boa. Quem está encurralado é a gente. A gente fica exposto aqui, esperando a hora que eles quiserem vir para nos matar”, confirmou, na época, o companheiro de Vanda, sobre a suposta intenção de Sandro de matar ele e outros familiares. Meses depois, Vanda acabou presa, junto com outras 12 pessoas, por tráfico e associação ao tráfico, mas deixou a cadeia meses depois. Desde então, ela teria se tornado uma das chefes do tráfico na região, em substituição ao filho, preso também por homicídios. Além de Sandro, que comandou o tráfico na Sabina por dez anos, havia outro desafeto de Bindola que também teria a intenção de se vingar. Trata-se de Dilton Lima Silva, conhecido como Fiel ou Amoeba, ex-Rei de Copas do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Ele se entregou em agosto de 2012 à polícia, mas tinha um histórico de brigas e, segundo Vanda, tentativas de homicídios contra Bindola. Segundo a mulher, a rivalidade entre os dois começou ainda na infância, nas disputas de futebol. Crescidos, Bindola e Dilton passaram a brigar pela atenção das mulheres. Em maio de 2010, já como soldados de Sandro, os dois foram presos em flagrante com uma grande quantidade de maconha. Como Bindola ainda era adolescente, Dilton sugeriu que ele assumisse a posse da droga, o que o livraria da prisão. Bindola não topou e Dilton cumpriu três meses. A rivalidade se acirrou quando Sandro resolveu colocar Bindola para cuidar do dinheiro das vendas da boca de fumo. Yan percebeu o quanto o “negócio” era lucrativo, dando início à guerra que se estende até hoje. (Voz da Bahia)

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